Três Pilares para Identificar as Crenças Limitantes


Como vai você nesse dia da sua vida?

O que vou falar neste e-mail não deve ser uma grande novidade na sua maternidade, mesmo que você seja mãe de primeira viagem, mas acredito que os assuntos totalmente óbvios ainda podem ser interessantes e úteis.

Na nossa maternidade alguns dias são incríveis e outros nem tanto, alguns dias choramos de felicidade e em outros choramos de desespero e simplesmente não temos controle sobre isso.

Não temos controle sobre como vai ocorrer o nosso dia ou nossas emoções durante as dez, doze ou quatorze horas em que estamos acordadas.

Mas te garanto que os momentos em que estamos bem, confiantes, tranquilas, descansadas e alegres são os bons momentos para investir ativamente na evolução da nossa maternidade.

Nessas horas, quando estamos de bem com a gente, aceitando o nosso jeito, a nossa personalidade, quando estamos em plena energia amorosa com nossos filhos é o momento em que temos mais força para encarar de frente os nossos defeitos e desafios, com a vantagem de não ter uma carga de julgamentos grandiosa, que nos afunda na descrença e nos cega para as possibilidades de mudança.

É quando falamos para nós mesmas: "Sim isso não tá legal, mas acho que vai dar para melhorar!" ou uma outra frase mais ou menos assim: "É, tenho esse desafio para resolver, não é fácil, mas tenho a confiança de que vou conseguir!"
Para essas horas de força e potência, que pode ser hoje e agora, ou daqui a pouco, ou até mesmo amanhã, recomendo fortemente que você faça um exercício mental ou escrito para ajudar você a desvendar suas crenças limitantes e criar ferramentas para vencer os desafios da sua maternidade, que te incomodam e precisam mudar.

Numa folha de papel trace três colunas, uma para seus medos, outra para seus preconceitos e outra para suas preocupações com relação a maternidade. Coloque apenas um assunto em cada coluna. Parece pouco, mas é o suficiente para você trabalhar por um bom tempo seus sentimentos, pensamentos e ações, e transformar mesmo que minimamente, a ideia que você tem de si mesma e da relação que pratica com seus filhos.

Digamos que na coluna um você escreveu que seu maior medo é perder seus filhos. Digamos que na coluna dois você escreveu que seu maior preconceito é achar que as mães que trabalham fora de casa não são boas e amorosas o suficiente. E digamos que na coluna três você escreveu que sua maior preocupação é que seus filhos não a ame, porque você briga demais com eles.

Independente das suas colocações, quero te propor primeiro fechar seus olhos e sentir com toda sua força essas afirmações. Sinta, imagine e confie ardentemente que tudo o que você escreveu é realmente concreto, que pode acontecer de fato e que está fora do seu alcance controlar tais situações.

Pode parecer um absurdo meu pedido, mas quero que você alimente por uns três minutos essas ideias, deixe-as forte e imagine os problemas, sinta o medo, sinta o preconceito e a preocupação com toda a sua energia imaginativa. Chegue o auge do medo, do preconceito e da preocupação.

Depois de ficar um tempo nesse estado emocional, respire fundo, beba um pouco de água e fique em contemplação. Quando sentir que está preparada volte à escrita e coloque no papel o que acha que poderia ser a solução para os problemas citados.

No exemplo um, você poderia imaginar que nunca irá acontecer nada de mal a seus filhos e que eles nunca sumiriam, pelo contrário, estariam sempre protegidos, junto de você ou de outras pessoas boas, sempre ao alcance dos seus olhos e abraços ou do amparo de cuidadores amorosos. Sempre seguros.

No exemplo dois, você poderia imaginar mães que mesmo trabalhando fora, ainda assim conseguem estar presentes na vida dos seus filhos diariamente com muito amor, preenchendo psicologicamente, emocionalmente, cognitivamente e fisicamente as necessidades dos seus filhos. Imagine mãe bem resolvidas vivendo uma vida maravilhosa junto dos seus filhos também muito bem resolvidos e amorosos.

No exemplo três você pode imaginar duas coisas, uma delas é que mesmo brigando com seus filhos, ainda assim eles te compreendem e te amam incondicionalmente, percebem seu momento e seu amor interno, ou uma outra ideia, que a cada dia as brigas vão diminuindo e a compaixão vai aumentando, os conflitos são menores e as brincadeiras maiores, onde a relação de intimidade e felicidade que você proporciona com sua presença na vida deles só cresce e se multiplica em momentos de puro amor e respeito.

Depois de escrever as soluções que você deu para cada problema, chegou o momento mais importante desse exercício e que pode transformar quase que imediatamente seu dia e sua semana.

Vibre intensamente nas respostas que você achou dentro de si. Vibre por mais tempo e mais intensidade que na primeira fase do exercício. Com olhos fechados, respiração tranquila, toque suaves no seu coração imagine, sinta, visualize, crie uma outra realidade, que a princípio é virtual, porque está na sua mente, mas que vai se intensificando e chegando em cada átomo do seu corpo, expelindo para fora em suor, em respiração, em batimento cardíaco, tudo isso e muito mais como resultado direto dessa vibração mental.

Fique nessa vibração por uns seis minutos ou mais. Veja o filme das resoluções que você encontrou dentro de você com muita cor, com muito som, com muita emoção. Sinta que as respostas não são mais uma questão intelectual, mas sim que são as respostas que irão se materializar, se concretizar na sua vida e na vida dos seus filhos.

Sinta que não há outras possibilidades senão essas resoluções, que não há outras realidades, senão das boas vibrações.

Quando alimentamos o medo ele cresce e nos domina, mas quando alimentamos a resolução, vamos direto ao foco da alegria, vamos direto à ação do bem, vamos direto acender a luz na nossa maternidade.

Confie em você mesma, confie nas suas respostas, confie na boa vibração.
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Aviso: As reflexões e práticas de exercícios propostos aqui neste site, não substituem o conselho de profissionais da área médica e não constituem tratamento clínico para quaisquer tipos de enfermidades físicas ou psicológicas. Encorajo qualquer pessoa que se encontre numa condição aflitiva persistente a procurar ajuda de um profissional de saúde, independente de estar seguindo o programa MINDSET DA MATERNIDADE.