Depressão Materna


O assunto de hoje é muito sério. Quero falar sobre depressão materna.

A depressão é uma doença que possui diferentes origens, pode ser fator genético, psicológico ou ambiental e com diferentes graus de intensidade.

O estresse é um dos maiores causadores da depressão.

As mães que possuem depressão se sentem tristes, ansiosas, vazias, desesperadas, preocupadas, impotentes, inúteis, culpadas, irritadas, magoadas e outras tantos sentimentos que tiram o melhor da sua energia e impede de manter a mente e coração em equilíbrio.

Consequentemente a relação com seus filhos se torna conturbada e muitos conflitos começam a aparecer. Às vezes mães com depressão agem sem pensar e tem atitudes violentas com seus filhos, sejam elas físicas ou psicológicas.

Muitos casos depressivos precisam de acompanhamento médico. Um bom indicador para saber se você está num estado depressivo preocupante, que precisa buscar ajuda especializada é identificar se a tristeza ou qualquer outro sentimento citado acima está presente na sua vida cotidianamente, com intensidade ou a um bom tempo. Se esses sentimentos te impedem de agir, te deixam sem vontade de levantar da cama ou seguir a rotina é melhor ficar atenta. Eu encorajo qualquer pessoa que se encontre numa condição aflitiva persistente a procurar ajuda de um profissional de saúde.

Porém, o que desejo mesmo é que muitas mães não desenvolvam a depressão ambiental por causa das cobranças do dia-a-dia. Essas angústias podem ser trabalhadas e até mesmo evitadas quando a mulher percebe que é impossível ser a “Mãe Perfeita” e dar conta de tudo.

Quando essas mães começam a trabalhar suas Crenças Limitantes para aceitar sua essência e ao mesmo tempo brecam a bola de neve dos valores tóxicos, suas relações com o mundo e com seus filhos melhoram consideravelmente, além de ativar o autoconhecimento.

Sou uma ativista da vida feliz e acredito profundamente que a maternidade, mesmo com seus altos e baixos pode ser a melhor e mais significativa experiência da vida, trazendo resiliência, afeto, criatividade e tantas outras habilidades que vamos desenvolvendo para o benefício e crescimento emocional de toda a família.

Nosso sistema neural possui a capacidade de mudar e se adaptar conforme os estímulos ambientais, mas nosso cérebro busca constantemente economizar energia automatizando a vida. Nos agarramos à nossa zona de conforto das emoções e com isso achamos ser impossível mudar nosso estado de espírito e nossa forma de agir diante os conflitos e angústias.

Entender o que Francisco Varela e Humberto Maturana chamam de Autopoiese, ou seja, a capacidade dos seres vivos de produzirem a si próprios, é fundamental para perceber a força interna, e alterar aquilo que não gostamos em nós e na nossa maternidade.

Compreender como consumimos o mundo e como esse “alimento” é processado dentro de nós é o começo da transformação, e identificar as crenças limitantes é uma ótima entrada na jornada da mudança.

Não é nada fácil, mas é possível agir e alterar em nós comportamentos que nos prejudicam ou que atrapalham o desenvolvimento sadio dos nossos filhos.

Sugiro um exercício inicial de escrita que pode te ajudar consideravelmente: Faça três colunas e anote em cada uma seus (a) medos, (b) preconceitos e (c) preocupações que estão relacionados a sua maternidade.

Você vai identificar muitas crenças limitantes dentro dessas três simples ideias. Ao identificá-las você então inicia perguntas para cada uma, como por exemplo: Será que isso é verdade? De onde surgiu essa crença? Quanto dessa crença é um fato e quanto é interpretação? Eu sou isso mesmo? Eu de fato acredito nisso ou herdei essas ideias?

Perguntas pontuais podem desmascarar nossas crenças limitantes, porque muitas vezes nos damos conta que elas foram colocadas em nós num tempo passado, que não reflete mais a verdade, ou que simplesmente eram opiniões de outras pessoas sobre nós e que muitas vezes assimilamos essas crenças só para agradar a quem amamos ou pior ainda, por puro medo.

Estamos constantemente em mudança e o que já não serve mais pode ir embora.

Ao entender que temos o poder de dizer a adeus àquilo que nos faz mal e temos poder de trabalhar o cérebro para construir bons pensamentos e sentimentos nossa maternidade muda de fase e nosso dia-a-dia se torna mais prazeroso.

Se você ainda não leu meu livro sobre “Como lidar com crenças limitantes na maternidade para transforma seu dia-a-dia”, sugiro que baixe agora mesmo para se aprofundar no assunto que trago hoje.

Sinta-se abraçada e saiba que existe mais luz dentro de você do que qualquer outra angústia.

Sou Lesly Monrat e quero ajudar mães e filhos serem mais felizes.
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COMO LIDAR COM CRENÇAS LIMITANTES NA MATERNIDADE PARA TRANSFORMAR SEU DIA-A-DIA.

Por Lesly Monrat

Dividido em 5 capítulos, o ebook lhe ajudará a pensar sobre suas crenças limitantes e medos da maternidade, trazendo um passo a passo para você entender de forma simples, direta e eficiente como transformar seu dia-a-dia.
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Aviso: As reflexões e práticas de exercícios propostos aqui neste site, não substituem o conselho de profissionais da área médica e não constituem tratamento clínico para quaisquer tipos de enfermidades físicas ou psicológicas. Encorajo qualquer pessoa que se encontre numa condição aflitiva persistente a procurar ajuda de um profissional de saúde, independente de estar seguindo o programa MINDSET DA MATERNIDADE.